Banda Trupicada estreia seu primeiro espetáculo teatral

TrupicadaEstreia no sábado, dia 03 de setembro, o primeiro espetáculo teatral da Trupicada. A peça “Como cozinhar uma criança” narra as dificuldades de uma dupla de chefes de cozinha, interpretados por Lívia Gomes e Felipe Tavares, tentando levar ao ar um programa de culinária que tem crianças como ingredientes principais. O projeto foi contemplado pelo Programa Cultural Murilo Mendes, promovido pela Prefeitura de Juiz de Fora e aborda, de forma lúdica, valores importantes na formação do caráter do ser humano.

 

Além de ser o primeiro espetáculo de teatro da Trupicada, “Como cozinhar uma criança” marca também a estreia do ator Tairone Vale na direção teatral. Convidado pela banda desde a idealização do projeto, o diretor também assina a dramaturgia do espetáculo, baseada no livro homônimo do autor português Afonso Cruz.

 

“Como cozinhar uma criança” tem como cenário um food truck repleto de geringonças, objetos de cozinha e parafernálias tecnológicas. Além disso, a transmissão do programa de culinária pode ser acompanhada ali mesmo durante o espetáculo, através de uma tela acoplada à barraca, que mostra tudo o que a câmera dos chefs captura. E, claro, música e muita cantoria estão garantidas. A animação que todo mundo já conhece da “Trupi” ganha as cenas, e a musicalidade é um dos pontos altos do espetáculo. Executando canções originais compostas pela banda em parceria com Tairone Vale, os atores Lívia e Felipe transformam acessórios de cozinha, como panelas e talheres, em fascinantes instrumentos musicais.

 

TrupicadaAtravés do uso de metáforas, “Como cozinhar uma criança ” é uma comédia de terror infantil, que propõe ser uma experiência diferenciada para todas as idades: ao mesmo tempo que instiga os pequenos a refletirem sobre quais são os melhores “ingredientes” para que não se tornem “adultos sem graça com gosto de mingau de chuchu”, o espetáculo também convida o espectador adulto a se questionar sobre a seguinte pergunta: “o que você deixou para trás quando cresceu?”.

 

Sobre a TRUPICADA

 

Formada por oito músicos de Juiz de Fora, a Banda Trupicada aposta em espetáculos que integram músicas, brincadeiras e contação de histórias. A “Trupi”, desde 2007, vem excursionando por várias cidades do Brasil com um repertório de canções autorais. As composições do grupo são fruto de um processo constante de trabalho e pesquisa sobre a cena brasileira da produção musical infantil, bem como da vivência com crianças em escolas da educação infantil e ensino fundamental.

 

Sinopse

Em um programa de culinária ao vivo, dois cozinheiros ensinam uma receita cujos ingredientes principais são, nada mais e nada menos, que… CRIANÇAS. A ideia é preparar devidamente os pequenos para que não se tornem adultos intragáveis. O problema aparece quando os chefs não concordam quanto aos métodos de preparo. E agora? Quem será que vai acabar indo pra panela?

 

Ficha Técnica

 

Texto Original – Afonso Cruz

 

Dramaturgia e Direção – Tairone Vale Elenco – Lívia Gomes e Felipe Tavares

 

Trilha Sonora Original – Felipe Tavares e Tairone Vale

 

Direção de Arte – Jacqueline Oliveira

 

Cenotécnico – Corélio Rosa

 

Figurino – Jacqueline Oliveira

 

Iluminação – Raíssa Salgado

 

Coordenação de Produção – Lívia Gomes

 

Produção – Grilla!, por Pri Helena, Rebeca Figueiredo e Jhully

 

Assessoria de Imprensa – Grilla!, por Pri Helena e Rebeca Figueiredo

 

Fotografia Still – Marcella Calixto

 

Designer – Gabriel Bittencourt

 

Idealização – Banda Trupicada

 

TrupicadaEste espetáculo conta com o patrocínio da Prefeitura Municipal de Juiz de Fora, da FUNALFA e do Programa Cultural Murilo Mendes

 

Serviço

 

Temporada de Estreia de “Como cozinhar uma criança”, em Juiz de Fora: Setembro ¦ 2022

 

Dias:

 

03 e 04 – sábado e domingo

 

07 – quarta-feira

 

10  – sábado

 

17 e 18 – sábado e domingo

 

24 e 25 – sábado e domingo

 

Horário: 16h

 

Local: Auditório Moinho Zona Norte (Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 900 – Francisco Bernardino, Juiz de Fora)

 

Classificação Indicativa: Livre

 

Livre Gênero: Comédia de Terror infantil

 

Valor dos ingressos: Promocional (comprado antecipadamente) – R$ 15,00 Inteira – R$ 40,00 Meia – R$ 20,00

 

Informações: (21) 99159-7010

Palestra sobre protagonismo gay e atos performáticos de gênero movimenta o Moinho na Semana Raibown

Semana RainbowNo próximo dia 18, às 15h, durante a Semana Rainbow em Juiz de Fora, a diversidade estará em pauta no Moinho com a realização da palestra “O protagonismo gay e os atos performáticos de gênero”, com a Miss Mato Grosso Gay, Muriel Lorensoni, que desembarca na cidade, para participar também do tradicional Miss Brasil Gay dois dias depois. Por ter vencido o concurso estadual em 2021, ela representará seu estado na competição nacional.

 

“O Miss Brasil Gay acontece há 40 anos e nasceu em plena ditadura militar. É um ato de resistência e militância que reúne pessoas de todo o Brasil. É uma cerimônia muito potente em todas as esferas, tanto política quanto de capital pelos recursos que movimenta”, observa Muriel, que decidiu investir no transformismo, durante o período em que cursava doutorado no Programa de Pós-graduação em Estudos de Cultura Contemporânea (ECCO) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

 

Apaixonada por tudo o que se relaciona a moda e a beleza, Muriel buscava referências que envolvessem também gêneros para seu estudo de caso. Foi aí que se deparou com o concurso gay estadual e, mais especificamente, com o trabalho dos transformistas. Ao explorar o tema, percebeu que teria melhores resultados se passasse por uma experiência mais objetiva.

 

Em 2017, participou pela primeira vez do Miss Gay Mato Grosso. Não ganhou, mas chamou atenção de coordenadores do evento, assim como do público. O resultado foi suficiente para seguir motivada a levar sua arte para outros concursos, sempre atrelada ao desejo de fortalecer ainda mais sua tese na UFMT. O esforço valeu a pena. Quatro anos depois, Muriel venceria a disputa estadual, abrindo espaço para sonhar ser a Miss Brasil Gay, na próxima semana, em Juiz de Fora.

 

A decisão do Moinho em ceder espaço para a realização da palestra com Muriel está diretamente relacionada ao seu propósito. “A diversidade é uma pauta importante para nós. Essa agenda tem se mostrado prioritária na sociedade, diante do agravamento da discriminação e da violência contra mulheres, pessoas negras e a população LGBTQIA+”, observa a Gestora de Comunicação do Moinho, Carmen Calheiros.

 

“Uma das melhores formas de se aprender sobre um tema é dando espaço e voz para que essas informações venham diretamente da fonte. Assim, temos a oportunidade de escutar estudiosos, pesquisadores e criadores de conteúdo que refletem sobre suas próprias vivências e experiências. Isso enriquece e aprofunda o debate. O Moinho, como lugar da vida coletiva, também está inserido nesta pauta ”, finaliza.

 

AGENDA

 

18 de agosto, às 15h, no auditório do Moinho

 

Palestra – “O protagonismo gay e os atos performáticos de gênero”, com a Miss Gay Mato Grosso, Muriel Lorensoni

 

Entrada Franca – não é necessário fazer inscrição

Moinho promove 1ª edição do Work & Chopp para profissionais de comunicação, publicidade e marketing

Work e ChoppDez profissionais entre jornalistas, publicitários e especialistas em marketing digital participaram, na última semana, da primeira edição do Work & Chopp, iniciativa que concilia a vivência de um dia de trabalho no coworking do Moinho e a descontração de um happy hour com direito a deguste do chef André Noronha, que preparou um risoto de alho poró e queijo brie. No meio da tarde, o grupo foi surpreendido com uma aula de alongamento a cargo do professor de educação física, Leandro Dôse.

 

A acolhida aos profissionais foi feita pela gestora de Comunicação do Moinho, Carmen Calheiros. Ao chegar, o grupo conheceu o espaço Contemplar, que fica logo na entrada do empreendimento. Aberta à comunidade e destinada ao lazer, ao descanso, ao encontro de famílias e de amigos, a área externa possui mobiliário aconchegante e paisagismo composto por árvores frutíferas, como romã e jabuticaba, e por ervas, a exemplo de alecrim e manjericão, que podem, inclusive, ser saboreadas pelos visitantes.

 

Na sequência, foi a vez de conhecerem o espaço Conectar, localizado no quinto andar, sendo responsável pela integração entre os prédios da Saúde, Educação e Moradia que formam o complexo do Moinho, juntamente com as lojas e espaço de feiras sediados no térreo. O andar abriga três salas multiuso, auditório com capacidade para 180 lugares, cozinha e área de integração. Espaço ideal para a realização de congressos, workshops, hackatons, feiras, cursos, exposições e palestras, dentre outros.

 

Work e ChoppCom a casa devidamente apresentada, os profissionais se dirigiram para o oitavo andar do prédio da Educação onde funciona o coworking com suas estações de trabalho, salas privativas, cozinha compartilhada e área externa. Editora Executiva do jornal Tribuna de Minas, Luciane Faquini aproveitou a oportunidade do Work&Chopp para conhecer o empreendimento. “Já sabia do espaço pelas notícias na imprensa, pelos informes e pela propaganda, mas pessoalmente ainda não tinha vindo.  É um projeto bem interessante, porque busca conexão com a comunidade. Gostei muito. Achei muito revolucionária a proposta do Moinho. Bem bacana mesmo”, elogiou a editora.

 

“É surpreendente como o Moinho está conectado com o momento do mundo, com a proposta de criação e de trabalho coletivo, de compartilhar espaços, fora a decoração, o ambiente e a proposta como polo de inovação que são incríveis”, acrescentou a jornalista da Unimed Juiz de Fora, Beatriz Inhudes, que também já integrou a equipe da Tribuna de Minas.

 

Nova edição do evento já está marcada para agosto

 

Sócia de uma das maiores e mais reconhecidas agências de publicidade de Juiz de Fora, Gisele Cid destacou a importância de eventos como o Work & Chopp para estimular a vivência em ambientes compartilhados. “Adorei passar o dia com os amigos. Acho que foi realmente uma boa oportunidade, para entendermos o projeto do Moinho e saber falar sobre ele com mais propriedade. Vale a pena fazer isso não só com a gente que é da comunicação, mas com pessoas de outras áreas que, certamente, irão se apaixonar”, observou Gisele.

 

Social Media da agência Go & Growns, Ariadne Bedim descreveu como maravilhosa a experiência de trabalhar no coworking. “Não conhecia o Moinho. Ainda não tinha tido contato com um lugar tão grande que proporciona tantas experiências, tantos contatos e estímulos. Para quem trabalha em agência é muito importante ter essa inspiração criativa, que sempre flui em um espaço como do Moinho. Foi maravilhoso trabalhar aqui”, disse Ariadne.

 

Para a Gestora de Comunicação do Moinho, Carmen Calheiros, reunir pessoas tão abertas ao novo foi realmente estimulante. Tanto que a segunda edição do Work & Chopp já está marcada para a última semana de agosto.

Passeio ciclístico encerra evento sobre mobilidade urbana no Moinho

Mais de cem ciclistas participaram da iniciativa que uniu lazer, saúde, direito à cidade, inclusão e preservação ambiental. Evento começou com Roda de Conversa com a participação do Secretário Municipal de Mobilidade Urbana, Fernando Tadeu David

 

CiclicidadePara discutir mobilidade urbana, sob a ótica dos principais desafios e oportunidades para usuários de bicicletas, o Moinho promoveu o Ciclicidade, em parceria com a União dos Ciclistas de Juiz de Fora e Região (Unicicle), em comemoração ao Dia Mundial da Bicicleta, celebrado em 3 de junho. A programação contou com Roda de Conversa sobre o Futuro do Ciclismo – A bicicleta como meio de transporte – na sexta-feira, dia 3, e mobilizou mais de cem pessoas em passeio ciclístico pelas ruas da Zona Norte no domingo, dia 5.

 

Para a discussão, foram convidados o Secretário de Mobilidade Urbana, Fernando Tadeu David, o vereador e presidente da Comissão de Urbanismo da Câmara Municipal, Maurício Delgado, o gerente do Departamento de Ações Esportivas de Participação e Rendimento da Secretaria de Esporte e Lazer, Fernando Luiz, e os representantes da União dos Ciclistas de Juiz de Fora e Região, William Moraes e Maria Aparecida de Oliveira.

 

CiclicidadeO secretário Fernando Tadeu David destacou a necessidade de uma cidade inclusiva, que conecte seus moradores de forma democrática. “Pensar o ciclismo, no Dia da Bicicleta, é importante para que a gente tenha um modal capaz de compor essa grande mobilidade urbana. Segurança no trânsito pressupõe educação, porque não é viável um agente de trânsito em cada esquina. O poder público não tem condições de fazer esse processo. A educação é extremamente importante. Bicicletas passando pelas laterais dos carros são problema. Eu mesmo já vi carros jogando ciclistas para o passeio. Temos, em Juiz de Fora, cadastrados, 285 mil veículos”.

 

Clique aqui e veja o conteúdo da Roda de Conversa na íntegra

 

A necessidade de Juiz de Fora avançar nas questões referentes ao uso da bicicleta no trânsito também marcou a fala do vereador Maurício Delgado. “Apesar de termos terrenos acidentados, podemos utilizar a via ao lado do Rio Paraibuna como um corredor fantástico para incentivar, não só a pratica de atividade física, mas principalmente a utilização da bicicleta como meio de locomoção”.

 

Já o representante da Secretaria de Esporte e Lazer, Fernando Luiz, lembrou dos avanços obtidos a partir do fórum “Pedala Juiz de Fora”, realizado há menos de um ano. “A prática do ciclismo e a visibilidade do usuário de bicicleta ficou muito mais evidente. Destaco também a sinalização na BR-040, com 14 placas indicando a presença de ciclistas na pista. Agora temos a questão da ciclovia. O processo de implantação dos cinco primeiros quilômetros avançou mais na última semana. Pode parecer pouco, mas o importante é começar. Isso de fato vai acontecer e a gente tem que comemorar”, observou.

 

Ciclistas percorreram 13 km na Zona Norte

 

Ciclicidade Para encerrar o evento Ciclicidade, o Moinho promoveu, no domingo, 5 de junho, com a participação de mais de cem ciclistas, o passeio de 13km, pelas ruas da região, passando pelos bairros Francisco Bernardino, Fontesville, Milho Branco e Pedra Bonita até chegar na Cachoeira do Morro do Sabão, com percurso de ida e volta.

 

Todo o trajeto foi acompanhado pela equipe da Guarda Municipal, garantindo a segurança dos participantes. A ciclista Cristiana Amaral, que é de Miguel Pereira (RJ), veio a Juiz de Fora somente para prestigiar o evento. “Muito legal essa inciativa do Moinho, principalmente para conscientização do uso da bike, do respeito ao ciclista e de inserir mais essa modalidade na pauta de transporte”, observou.

 

Outra ciclista entusiasmada, Renata Fontes reforçou a importância de eventos como o Ciclicidade para ampliar a consciência sobre o direito de todos à rua. “Promover iniciativas assim é muito importante, porque além do apoio, gera visibilidade aos ciclistas no trânsito. É mais uma maneira de agregar os grupos e de juntar todos que acreditam na mesma causa”. Para o participante do Ciclicidade, Ademir Jorge do Nascimento ciclismo também é saúde mental e social. “Esse evento mostra que o pedal agrega valores, favorece amizade e tudo mais”.

Moinho discute mobilidade urbana e promove passeio ciclístico

Ciclicidade

Ciclicidade. Esse é o tema do evento que o Moinho Zona Norte promove no próximo dia 3 de junho (sexta-feira), às 18h, no auditório do Espaço Conectar, no quinto andar, para discutir mobilidade urbana, sob a ótica dos principais desafios e oportunidades em Juiz de Fora.  A programação também inclui Roda de Conversa sobre o Futuro do Ciclismo – A bicicleta como meio de transporte. A presidente da União dos Ciclistas de Juiz de Fora e Região, Maria Aparecida de Oliveira, conduzirá o debate junto aos representantes governamentais e de movimentos sociais.

 

Para completar, no domingo, 5 de junho, das 8h às 14h, a Zona Norte será palco de passeio ciclístico com concentração e chegada no estacionamento do Moinho, que terá atrações gastronômicas e música ao vivo.

 

Para garantir a segurança dos participantes, a Guarda Municipal estará presente durante o percurso. Ao todo, serão 13km, passando pelos bairros Francisco Bernardino, Fontesville, Milho Branco e Pedra Bonita até chegar na Cachoeira do Morro do Sabão, de onde retornam para o Moinho.

 

Por que o nome Ciclicidade?

O nome Ciclicidade é inspirado no conceito de movimento. “Queremos unir o ciclismo tanto como lazer, quanto como mobilidade urbana na cidade. São temas muito importantes para o Moinho, juntamente com promoção de saúde, bem-estar e sustentabilidade”, explica o Gestor de Relacionamento com a Comunidade, André Noronha.

“Queremos fomentar a prática do uso da bicicleta e debater o direito aos espaços públicos, nos conectando aos atores que já estão discutindo essa temática”, finaliza André Noronha.

Quem quiser participar das atividades nos dois dias do evento basta chegar. Não é necessário fazer inscrição.

 

SAIBA MAIS


O MOINHO

O Moinho é um polo de empreendedorismo, inovação e criatividade formado por quatro eixos temáticos Saúde, Educação, Comércio e Moradia com objetivo de criar uma nova centralidade na Zona Norte da cidade. Está localizado na avenida JK, 900, no bairro Francisco Bernardino. Um ecossistema integrado que projeta a cidade e a região para um futuro melhor e mais sustentável. Mas não é qualquer transformação. É a transformação de impacto social, que inspira, melhora a qualidade de vida, que cria perspectivas, oportunidade e autoestima.

 

www.nossomoinho.com

Instagram: @nossomoinho

Facebook: nossomoinho

WhatsApp: (32) 99130-0549

Moinho abre as portas para o espetáculo “EspaçoNave”

Moinho abre as portas para o espetáculo “EspaçoNave”

O Moinho é um polo de empreendedorismo, inovação e criatividade, por isso cada vez mais as pessoas estão utilizando o espaço do empreendimento para poder expressar seus sentimentos e talentos. Dessa vez, o Moinho dá espaço para o espetáculo “EspaçoNave”, que irá se apresentar por três semanas no estacionamento do Moinho. Nos dias 29 e 30 de maio, 4 e 5, 8 a 13 de junho, às 20h30.

 

“Estamos vindo com tudo para estrear em Juiz de Fora. O Moinho é um espaço que está abrindo perspectiva para a Zona Norte e a gente também levar o nosso trabalho para a região. O Moinho é um lugar de que tira esse preconceito, de que a Zona Norte não vai lá para o Centro, o centro não vai para a Zona Norte. E através do espetáculo que a gente vai poder atrair uma média de 60 a 70 pessoas por dia e estamos muito animados, muito felizes de poder realizar essa peça no Moinho”, diz o ator e produtor, Vinícius Cristóvão.

 

“EspaçoNave” traz um grupo de desconhecidos que parte rumo a uma expedição com o objetivo de encontrar os extraterrestres. Eles desejam encontrar o extraordinário que já não veem em suas vidas. Eles querem um mundo novo,  mas a espera também se torna um momento de descobertas. Quem teria a vida transformada se você desaparecesse?

 

Moinho abre as portas para o espetáculo “EspaçoNave”

“Essa espaçonave está chegando para trazer uma possibilidade de um mundo novo. É uma perspectiva que a gente vai encontrar os extraterrestres e, a partir disso, transformar mesmos coisas, refletir, fazer as pessoas refletirem e, principalmente, também divertirem. É uma peça que fala de temas da contemporaneidade, mas de uma forma leve, com o riso e com muita reflexão também’, conta Vinícius Cristóvão.

 

É um trabalho que valoriza a pesquisa e o fazer coletivo, que ressignifica a relação com o tempo e o espaço e que provoca quem assiste a se tornar co-autor da experiência estética compartilhada: um convite para novas memórias, capítulos de existência que nascerão do encontro mediado pelo teatro. O espetáculo, cuja proposta é explorar espaços de encenação não convencionais, acontece dentro de um estacionamento e tem como cenário, um carro.

 

“EspaçoNave” é um espetáculo que parte do encontro entre o grupo Corpo Coletivo, de Juiz de Fora, a artista Suzana Nascimento e os mestres Amir Haddad e Dorothy Lenner, referências das artes cênicas do país. O projeto foi contemplado pela Lei Murilo Mendes e marcará a volta do Corpo Coletivo à cena presencial depois de mais de dois anos explorando o ambiente virtual e suas possibilidades criativas.

 

O valor da entrada é R$20,00 e os ingressos podem ser adquiridos no site. Clique aqui e compre o seu.

 

Exposição ‘Moinho Pelo Tempo’ resgata memórias do antigo Moinho Vera Cruz

 

Exposição no Moinho

“Moinho Pelo Tempo” é o nome da emocionante exposição que resgata em depoimentos, imagens e memórias o dia a dia de trabalho no antigo Moinho Vera Cruz, indústria de moagem de trigo e derivados para o setor produtivo que encerrou suas atividades em abril de 2005, 52 anos após sua fundação em Juiz de Fora. O complexo arquitetônico da antiga fábrica dá lugar hoje ao Moinho Zona Norte, empreendimento formado por um conjunto de prédios que totalizam aproximadamente 30 mil m2 de área construída, estruturados em quatro eixos temáticos – Moradia, Saúde, Educação e Comércio.

 

Para contar a história do Moinho Vera Cruz, as produtoras da exposição Carú Rezende e Fernanda Lauro entrevistaram dez pessoas entre ex-funcionários da fábrica e moradores da Zona Norte que, em depoimentos marcados pela saudade e pela gratidão, relataram os bons momentos vividos por eles quando a unidade estava em plena operação desde os anos 1960 até seu fechamento. Na noite de quarta-feira, dia 18, os personagens, seus familiares e amigos puderam conferir a mostra de perto em uma pequena solenidade que marcou a abertura da exposição ao público.

 

“Toda história é feita por pessoas. Pessoas reais, com suas vidas cotidianas e extraordinárias, que vão construindo, dia após, dia aquilo que chamamos de memória. Com a exposição ‘Moinho pelo Tempo’ queremos ressaltar essa história viva, pulsante, valorizando personalidades que têm suas vidas entrelaçadas ao espaço do Moinho, que hoje se propõe colaborativo, acolhedor e transformador”, explicam as organizadoras.

 

Exposição Moinho

A exposição foi concebida com retratos de cada personagem impressos em um painel luminoso, para remeter ao formato de fotografias polaroides – uma lembrança de um tempo antigo que vem sendo resgatado em diálogos com formatos contemporâneos utilizados no Instagram. Ao lado desses painéis, estão dispostas, em telas de tecido, imagens antigas do Moinho Vera Cruz e trechos das histórias contadas pelos ex-funcionários retratados na exposição também em áudio.

 

A proposta artística inclui ainda desenhos impressos em tecidos semi-transparentes que ressaltam a arquitetura das antigas instalações, assim como recortes de objetos dos entrevistados, como carteiras de trabalho, numa espécie de palimpsesto (pergaminho ou papiro cujo texto foi eliminado para permitir a reutilização) visual, para construir e reconstruir novas memórias. As impressões em preto e branco enfatizam a importância de olhar para o passado com suavidade e ternura, argumentam Carú e Fernanda.

A emoção dos que preservam a memória

 

Exposição Moinho

Também integra o rico mosaico de memórias do Moinho Vera Cruz um vídeo de 12 minutos com a participação dos dez ex-funcionários. As imagens trazem os depoimentos, assim como mostram os personagens caminhando pelas novas instalações que são fruto de um rigoroso trabalho de retrofit, técnica de revitalização de construções antigas, que tem como objetivo transformar edificações do passado, adaptando-as às novas necessidades. Por isso, o retrofit não se compara a reformas ou restauração.

 

Entre ex-funcionários envolvidos diretamente na operação da moagem de trigo, como Serafim Francisco, responsável por molhar os grãos para prepará-los para o processo produtivo, e Janaína Barbosa Pires, que cuidava das análises químicas, a outros que atuavam em áreas administrativas, a exemplo do diretor do Teatro Divulgação e professor universitário, José Luiz Ribeiro, a exposição Moinho pelo Tempo é um brinde à memória que jamais será esquecida. Por meio dos depoimentos de cada personagem, alguns bastante emocionados, é possível compreender, porque o passar dos anos não é suficiente para condenar ao esquecimento a riqueza contida em uma vida.

 

Evento emociona os homenageados

 

Moinho no Tempo

Na solenidade que marcou a abertura oficial da exposição ao público, personagens que se viram retratados na mostra falaram da emoção de seguir fazendo história, mesmo depois do fechamento da empresa onde passaram anos significativos de sua trajetória pessoal e profissional.

 

“Foi uma sensação muito boa chegar aqui e ver essa exposição, fiquei muito emocionado. Lugar onde eu trabalhei durante muito tempo e ver ele assim agora é muito bom”.

Serafim Francisco Manço

 

“Muito emocionante chegar e ver essa exposição, porque é uma história muito bonita. Minha vida profissional começou aqui aos 16 anos, é uma parte muito forte da minha biografia. Hoje estar aqui com os familiares é muito legal, porque eu tenho muito orgulho dessa fase. O mais legal é constatar que o Moinho continua se transformando”.

Janaína Barbosa Pires 

 

“É uma alegria poder presenciar essa exposição. É muito importante para todos nós que participamos desse projeto, já que passamos a vida inteira aqui. Ao ver essa exposição, passou um filme na minha cabeça, lembrei de quando eu cheguei aqui com 18 anos e sai com 53, já aposentado. Tudo que eu conquistei foi aqui dentro do Moinho”.

Francisco Neris Filho (Chiquinho)

 

“É uma felicidade estar aqui hoje, porque o Moinho era uma empresa muito boa de se trabalhar. Ficamos muito tristes quando fechou, mas quando entramos e vimos o prédio todo reformado, ficamos muito felizes e emocionados, porque foi realmente uma transformação muito grande”.

Carlos José Ferraz (Carlinhos)

 

“Nós fomos muito felizes na empresa. Trabalhei no Moinho por 14 anos, era um lugar de felicidade. Trabalhávamos muito, ficávamos muito tempo aqui, mas era com muito amor e responsabilidade. Acho que é isso que conta, junto com as amizades que fizemos por aqui. Eu construí a minha vida no Moinho. Estar aqui hoje é uma emoção muito grande, porque nós fazemos parte da história e tínhamos que estar aqui”.

Marlí Correa Soares Silva

 

SAIBA MAIS

Exposição Moinho Pelo Tempo

Local: na área de Acesso do Moinho Zona Norte

Personagens: Serafim Francisco, José Nery Dias, Luzia Ferraz, José Francisco de Souza, Marly Soares Silva, Antônio Almas, José Luiz Ribeiro, Francisco Neris Filho, Janaína Pires, Carlos José Ferraz

Visitação: De segunda a sexta, das 8h às 18h

 

 

Carnaval agita os foliões no Moinho

A festa reuniu cerca de mil pessoas no estacionamento e o bloco “Só Love” e “DJ Marcelo Castro” agitaram a galera

 

 

Gente bonita, animada e com muito samba no pé. Esse foi o público que prestigiou o carnaval no Moinho – “As máscaras vão rolar”. O bloco “Só Love” e “DJ Marcelo Castro” comandaram a festa e agitaram a galera no estacionamento. Ninguém ficou parado e a alegria tomou conta dos foliões.

 

Responsável pela coordenação do evento, André Noronha ficou muito satisfeito com a festa, e garante que foi lindo ver tanta gente reunida em prol de um único propósito: se divertir. “O carnaval no Moinho conseguiu reunir cerca de mil pessoas que só queriam festejar, compartilhar e comemorar em uma das festas mais tradicionais do Brasil. Foi muito importante ver todo esse movimento com moradores da Zona Norte e de várias outras regiões da cidade. Todo mundo compartilhando o mesmo espaço”, destacou.

 

Vocalista do bloco Só Love, Flávia Viana disse que foi um prazer tocar para um público tão especial. “O Carnaval no Moinho foi muito gostoso. Foi um evento saudável, vi muita família e crianças. Foi bacana ver a alegria do pessoal. Cantar no Moinho é uma gratidão para nós, porque ele abraçou o Só Love. Fazemos nossos ensaios nele. Espero que seja o primeiro de muitos eventos que faremos juntos. Que venham mais carnavais”.

 

O Carnaval no Moinho foi um marco na retomada de eventos presenciais que desobriga o uso de máscaras em ambientes abertos e fechados. André Noronha destaca que além de proporcionar alegria ao público, o evento também foi muito importante para os empreendedores.

 

“Muitos estavam ali no seu primeiro evento após a fase mais crítica da pandemia e isso foi muito significativo. Foi a retomada econômica de empreendedores que lutaram muito durante todo esse tempo. Um evento que entrou para a história do Moinho e ficou com um gostinho de quero mais para realizarmos outras ações”, disse.

Aprovado pelo público

 

O público deu um show à parte no Carnaval do Moinho, com muita animação e entusiasmo. Não faltou samba no pé. Lanna Cunha ficou sabendo do evento através de amigos e estava encantada com a estrutura e também com a qualidade da festa.

 

“Eu não conhecia o Moinho. É a minha primeira vez aqui. Não moro na Zona Norte e fiquei impressionada com os serviços oferecidos e a beleza do lugar. Sem falar que esse evento foi maravilhoso. Dancei muito e me diverti como não fazia há tempos. Com certeza estarei presente em outros eventos, porque gostei muito do ambiente e da energia do Moinho”.

 

Outra foliã, Nathália Sampaio conta que estava com saudade do carnaval. “Muito bom estar aqui e poder novamente ouvir uma bateria de escola de samba. Deu para matar a saudade e dançar muito. Sem contar que o Moinho é um local muito bonito e agradável. Parabéns a todos os envolvidos na organização, foi um evento de muita diversão e alegria”, disse.